Com plano homologado pela Justiça, companhia fortalece estrutura financeira e segue avançando em eficiência, geração de caixa, regionalização e experiência do cliente
São Paulo, outubro de 2026 – O GPA inicia uma nova fase de crescimento e avança em um novo ciclo de transformação do seu negócio. Com a estrutura financeira equacionada após a homologação de seu plano de recuperação extrajudicial nesta quarta-feira (7), a companhia volta seu foco para o futuro. As frentes prioritárias que guiam esta nova etapa já estão em marcha: a simplificação da operação, a revisão do portfólio de lojas e sortimentos, o avanço acelerado da regionalização e a busca contínua por maior eficiência e geração de caixa.
Para dar tração a
essa agenda estratégica, a homologação garantiu uma estrutura de capital
alinhada à capacidade de investimento da empresa. O equacionamento de R$ 4,568
bilhões em créditos traz impactos imediatos para a sustentabilidade do negócio:
a dívida líquida foi reduzida de R$ 3,6 bilhões para R$ 1,2 bilhão, o prazo
médio de endividamento foi alongado de 2,1 para 6,4 anos e os vencimentos até
2028 caíram de R$ 5,2 bilhões para R$ 400 milhões. Adicionalmente, a emissão de
novas debêntures e a captação de R$ 200 milhões injetam liquidez, reduzindo
pressões de curto prazo e liberando recursos para a operação.
“A homologação
conclui uma etapa importante para o GPA. Fizemos esse processo buscando
preservar a operação, nossos clientes e o relacionamento com fornecedores.
Agora, seguimos avançando na execução das mudanças que já estão em andamento
para construir um negócio cada vez mais eficiente e preparado para crescer”,
afirma Alexandre Santoro, CEO do GPA.
O modelo amplia a
autonomia das equipes regionais para identificar oportunidades de crescimento e
eficiência, respeitando as particularidades de cada praça para composição do
sortimento, calendário promocional, agilidade no abastecimento e consequentes adaptações
na operação.
Na prática, o novo
ciclo acelera iniciativas que colocam o cliente no centro das decisões. A
regionalização é um dos principais motores desse movimento. Com equipes
dedicadas às regionais do Rio de Janeiro, Centro-Oeste e Nordeste, a companhia
fortaleza a atuação local, adaptando a estratégia comercial às necessidades dos
consumidores e à dinâmica competitiva de cada mercado.
O modelo amplia a
autonomia das equipes regionais para identificar oportunidades de crescimento e
eficiência, respeitando as particularidades de cada praça para composição do
sortimento, calendário promocional, agilidade no abastecimento e consequentes adaptações
na operação. “Estamos acelerando as mudanças e, agora, nosso foco é aprimorar a
execução das ações operacionais que já estão em andamento”, reforça Santoro.
Sob essa mesma
diretriz, a companhia revisa estruturas e processos para direcionar recursos às
iniciativas com maior potencial de geração de valor. Esse trabalho envolve a
evolução do posicionamento das diferentes bandeiras, com adequações de lojas,
sortimentos e estratégias comerciais de acordo com as características de cada
mercado. Paralelamente, a malha logística e a estrutura de custos passam por
iniciativas de simplificação, contribuindo para uma operação mais eficiente e
rentável.
As operações do GPA
seguem normalmente, assim como o relacionamento com fornecedores, clientes e
demais parceiros que não integram a recuperação extrajudicial. Com a conclusão
dessa etapa, a companhia segue executando seu plano de transformação, com foco
em eficiência, geração de caixa e em uma operação cada vez mais próxima de seus
clientes e das características de cada mercado.
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