Em um contexto em que as mudanças climáticas redefinem a estratégia e a competitividade dos negócios, a SPIC Brasil recebeu, pela quinta vez, o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHG) pela qualidade e alto padrão de seu inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE). A companhia registrou uma redução de 36,3% nas emissões totais no ciclo atual, com destaque para as quedas de 61,1% nas emissões pelo uso de gasolina nas operações (Escopo 1) e de 58,3% nas emissões associadas às viagens aéreas a negócios (Escopo 3).
“Alcançar o Selo Ouro pela quinta vez em nove anos de Brasil demonstra o alinhamento da SPIC às tendências globais de sustentabilidade, com um olhar abrangente para impactos ao longo de toda a cadeia de fornecedores e prestadores de serviços. Esse reconhecimento atesta a precisão dos nossos dados e mostra que estamos preparados para as novas exigências de mercado e regulação”, afirma Roberto Monteiro, Diretor de Comunicação, Relações Institucionais e ESG da SPIC Brasil.
O histórico de governança ganha ainda mais relevância diante do atual cenário de transformação no setor de energia. Segundo apontamentos do Pacto Global da ONU – Rede Brasil, os riscos climáticos já impactam diretamente as operações, infraestruturas e a estabilidade econômica global, exigindo integração do clima às decisões de negócios. “Com o avanço das discussões sobre o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) e a crescente pressão de investidores e da sociedade, a manutenção do Selo Ouro garante a rastreabilidade necessária para a SPIC acessar melhores oportunidades de financiamento e atuar com liderança na economia de baixo carbono”, completa Monteiro.
Programa Brasileiro GHG Protocol
Criado em 2008, o Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHG) é responsável pela adaptação do método internacional ao contexto brasileiro e pelo desenvolvimento de ferramentas de cálculo para estimativas de emissões corporativas de GEE. Foi desenvolvido pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGVces) e WRI, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebds), World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) e 27 Empresas Fundadoras.
O programa tem como objetivo estimular a cultura corporativa de inventários de emissões no Brasil, oferecendo padrões de qualidade internacional. Para ser qualificada com o Selo Ouro, a organização precisa ter o seu inventário de GEE completo (contabilizando todas as categorias de Escopos 1 e 2 aplicáveis) e rigorosamente verificado por um Organismo de Verificação (OVV) acreditado pelo Inmetro.

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